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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Perspectivas

O cenário escolhido para fotografar diferentes perspectivas foi um quiosque do meu condominio. A primeira fotografia foi tirada de frente para o quiosque: A segunda perspectiva mostra o quiosque de lado, e uma pessoa que, distante da foto, parece ser muito menor do que realmente é.

A terceira perspectiva é a diagonal, onde já podemos ver um pedaço do telhado coberto de folhas secas.





A quarta fotografia foi tirada do telhado do quiosque, onde metade de uma telha parece gigante em relação ao chão.





Anexo: O REI DO QUIOSQUE



Rafa Barreto

Trabalhando com a luz

A atividade da semana foi brincar com a luz nas fotos. Usei uma folha de papel ofício para fazer o fundo infinito. Com as luzes apagadas, no horário de 14:30, o objeto fotografado ficou desse jeito: Depois usei uma lanterna de luz branca na frente da câmera e observei que o objeto da foto agora tinha uma sombra, além dos seus detalhes expostos.





segunda-feira, 21 de março de 2011

Fotografia na minha vida



Quando mais nova eu não entendia ao certo o porquê minha avó não tinha muitas fotografias dos nossos ancestrais ou da sua infância. Eu sempre fui muito interessada em antiguidade e a enchia de perguntas sobre a casa, as roupas, os brinquedos e tantos outros aspectos que ilustraram a sua vida muito tempo antes da minha querida existência. Minha avó sempre me respondia com uma pequena foto de um casal em frente a uma casa, ao lado da sua incontável prole; ou uma foto mais inteligível de uma jovem muito bem cuidada ao lado de um formoso rapaz de presença inigualável.

Com o passar do tempo a minha curiosidade não diminuiu, mas passou a se conformar apenas com cartas, fitas de cabelo e cartões postais que a minha adorada senhora insiste em colecionar em uma caixa no fundo da sua última gaveta. Esse lugar é o lar de muitas e selecionadas fotos, quais sempre fizeram meus oito primos e eu viajarmos no passado da nossa família. Nossos pais tiveram mais do que uma imagem emoldurada do casal estampando a sala, na verdade, crescemos com fotos das cerimônias importantes servindo como decoração da casa.

Minhas fotografias não servem de decoração da mesma forma que serviram para os meus pais. No máximo um mural com alguns momentos memoráveis ou um porta-retrato com a foto de um namoradinho. Nada com a mesma velocidade e intensidade da ilustração das minhas redes sociais, as quais eu faço parte desde os 13 anos de idade.

Contemporaneamente, as cores e espontaneidade ganham mais espaço. Não basta ter só a melhor câmera, como também deveremos portar o melhor programa de edição de imagem. A foto de hoje é mais colorida e bonita que a de ontem, a imagem é mais nítida, e nos trará mais comentários. Trocamos a última gaveta por arquivos digitais.


Rafaela Barreto